domingo, 9 de março de 2008

Dia da Mulher

Feliz dia da Mulher

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Recebida ... já ontem!

Vale pela intenção ... estava a trabalhar ... mais um sábado ... à borla.

terça-feira, 4 de março de 2008

Prós e Contras

Anotei:

"O pessimismo é uma profecia que se cumpre"

domingo, 2 de março de 2008

O campo ... para aliviar o stress

 

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Os pessegueiros já estão em flor. Ups ... o Boris fez questão de ficar na foto!

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As calêndulas estão lindas.

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... e ainda há um restinho de camélias.

sábado, 1 de março de 2008

A Antígona na Barraca

"Vinte e seis séculos depois da sua criação, Antígona ainda  ilumina o nosso tempo ... não me perguntem onde se passa o meu espéctaculo. Passa-se num pequeno país injusto chamado Mundo. Onde os tempos e as referências se misturam..."

Maria do Céu Guerra

Gostei das interpretações de Rita Lello, uma Antígona com garra, de Zeca Medeiros, um frágil Creonte, de João d'Àvila, o sábio e "cego" Tirésias.

Não gostei do coro. Estavam tão mal vestidos. E as máscaras ... tão feias!  e, no entanto, boas vozes. O cenário cumpriu com modéstia. ( Nota-se tanto a falta de €€€!).

Grande final. Brilhante a dança da morte dos abutres, "esvoaçando" sobre as vítimas da tragédia.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

The show must go on

A novela não pára. Depois da emoção provocada pelo ataque traiçoeiro ao comentador desportivo, novos protagonistas entram em cena. É preciso manter o público agarrado ao écran. Pela direita alta entra Paulo Portas e dá a sua deixa. O Ministro da Agricultura entra pela esquerda baixa, espeta o dedo acusador e, com tanto de oportuno como de inconveniente, dá a réplica. Paulo Portas assume o centro da cena e ameaça com os tribunais ... aqui o enredo pára ... as cenas dos próximos capítulos terão que aguardar ... é a técnica do "suspence" a impor-se.

Amanhã outros membros  da "família", que todos os dias nos entra em casa, assumirá uma outra intriga, um outro enredo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Pobreza - estatísticas

A tradição já não é o que era. A pobreza era uma tema exclusivo do Natal.

"Este cantinho à beira-mar plantado" ameaçará revolta? A campanha está em marcha. A onda cresce. Domina a opinião publicada. Estará o mal-estar difuso a crescer de intensidade? A transformar-se em doença terminal? Os arautos da desgraça estão a ganhar a guerra, quando até eu começo a ter dúvidas. Estarei a ser levada pela propaganda?

Falta-me rua. Vivendo neste ciclo: trabalho/casa/trabalho/casa o concreto foge-me todos os dias.

Hoje interrogo-me: A Oeste nada de novo?

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Coesão nacional

"Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional. ....
Assumindo o dever cívico decorrente de uma ética da responsabilidade, a SEDES entende ser oportuno chamar a atenção para os sinais de degradação da qualidade da vida cívica que, não constituindo um fenómeno inteiramente novo, estão por detrás do referido mal estar."

Não é novo. Não. É velho. Vem de longe. Este mal difuso está-nos no ADN.  É o traço de união do ser português. Sem ele não haveria coesão nacional. 

A Oeste nada de novo.