domingo, 19 de junho de 2011

Será a Escherichia coli ? – Os alemães estarão a perder o tino depois do erro do pepino?

 

daqui:

http://aviacaoportugal.net/showthread.php?t=4411

 


"Um avião da Iberia que fazia uma viagem entre Madrid e Frankfurt teve de regressar ao aeroporto da capital espanhola porque um passageiro se despiu em pleno voo, conta a AFP.
«Um passageiro de nacionalidade alemã despiu-se a bordo do avião em pleno voo, na noite de quinta-feira», relatou um porta-voz da companhia aérea.
«A tripulação tentou dissuadi-lo, mas ele ficou agressivo. Depois, ele trancou-se numa casa-de-banho e o piloto decidiu voltar para Madrid», acrescentou.
O homem foi posteriormente detido e interrogado pela polícia. As razões para tal acto não foram reveladas."

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Os vampiros

"Os mercados cheiram sangue", terá dito Durão Barroso numa reunião em Bruxelas, referindo-se à urgência em encontrar uma solução para a Grécia. E tem razão. Ontem, o dia foi de caos no mundo financeiro. Os juros soberanos subiram em escalada - os portugueses renovaram máximos -, o euro caiu a pique e as bolsas afundaram. O impasse europeu em torno do futuro helénico torna cada vez mais provável o cenário de bancarrota no país e está a arrastar o resto dos periféricos para o lodo.”

Jornal Económico

 

A culpa da crise  já é dos mercados … finalmente!

 

“Todo o mundo é composto de mudança”

terça-feira, 14 de junho de 2011

Fernando Pessoa – 123 anos

Grécia, Roma, Cristandade,
Europa - os quatro se vão
Para onde vai toda idade.
Quem vem viver a verdade
Que morreu D. Sebastião?

sábado, 11 de junho de 2011

Ler o besugo e ficar de alma lavada

Aqui:

http://gravidadeintermedia.blogspot.com/2011/06/senhor-primeiro-ministro-cessante.html

“…

Em Portugal (dispenso-me de falar doutros países, há tipos com blogues noutros países e eles que escrevam sobre isto se quiserem), para os portugueses, o acto de linchar é uma espécie de refeição ao meio da manhã que se toma em grupo. Em cardume, em manada, em matilha. Não sei o substantivo colectivo que define uma resma de hienas, que seria o mais adequado para o que quero dizer, de maneira que vou inventar uma palavra para isso: putedo.

Ora o putedo, em se apanhando diante dum alvo erecto, rosna baixo a olhar os passarinhos que esvoaçam. Em o alvo se abaixando para qualquer coisa (ou por qualquer coisa), rosna alto e começa a mirar as próprias fezes. Em apanhando o alvo um bocadinho de cócoras, para apanhar qualquer coisa que lhe caiu, começa a rodeá-lo e a guinchar risadas funâmbulas, com as supracitadas fezes já na boca. Metade do putedo agride já o alvo, com as gengivas fétidas onde desabundam dentes e progride a piorreia. Se o alvo cai, matam-no com a rapidez lenta dos vagares vorazes. E não o comem logo por ser carne fresca.

O putedo é cobarde e, como convém aos cobardes, abundante.

O putedo é um grupo de acólitos de Lynch fora do tempo mas que marcha em passo concertado. O putedo lincha, embora queira deixar no ar a ideia de que apenas putifica (e putificar é uma palavra putificante, ou seja, bastante parecida com purificante - do ponto de vista do crescente putedo que se guindou a analista do léxico e das coisas todas).

Repugna-me muito o que tenho lido e escutado - de Mena Mónica e Barreto, de Pilatos e Caifás, de Caius Detritus (leia-se Mário Crespo) e Manuel das Iscas, de José Moura Guedes e Eleutério Caquinha - sobre José Sócrates. Não assistia a um linchamento tão concertado, tão prolongado, tão "encomendado", desde 1988, quando me mostraram na televisão e nas revistas a agonia dos dois polícias ingleses putificados às mãos dos católicos em carpideira ânsia de putificação de Belfast. Já não via o putedo a exercer a sua putificação de maneira tão despudorada e tenaz, portanto, há muitos anos.

De maneira que informo (marimbando-me perfeitamente para o putedo) que emprestaria o meu carro a José Sócrates, se ele mo pedisse. E mais não informo porque o acto de informar se tem vindo a transformar, duma maneira cada vez mais desassombrada, num acto de puta. E eu, puta, não sou. Embora saiba que se fosse seria bastante cara: é que mesmo assim tenho procura; de algum putedo.

…”

terça-feira, 7 de junho de 2011

O nível

Tudo nos eixos. Isto sim. É o que se espera da direita.

http://youtu.be/hDcU-5l-N2s

Cidadania, Ana Gomes?

Já enalteci a coragem e o desassombro de Ana Gomes, algumas vezes.   Agora desiludiu-me.  Gosto de pertencer a uma esquerda que se nivela por cima e  não esgravata na porcaria. Sabe-me a vingança e não gosto de vinganças. Não quero saber!  Não me interessa para nada o aviso.

O dito senhor, que não aprecio, vai ser governo, por vontade do povo. Respeite-se essa vontade!

Para memória futura

A História

“…

Assim chegámos a 5 de Junho com PSD e CDS unidos na estratégia de explorar ao máximo este pobre país de herança salazarista ainda activa, de pobreza intelectual secular, de misérias sociais várias e de demissão cívica generalizada. A estratégia era o massacre mediático na diabolização de Sócrates e na redução dos 6 anos de governação PS à necessidade da ajuda externa que esses mesmos partidos de direita, afinal, é que tinham provocado.

Do lado do PCP e BE, bastiões da pureza da esquerda, fontes imarcescíveis de caudais ideológicos que dariam para reflorestar o deserto do Sahara com pinheiros vermelhos, tudo o que viesse contra o PS era platina sobre azul, e se viesse contra Sócrates fazia-se uma festa, por isso alinharam em todas as pulhices em vez de ajudarem o eleitorado a entender as várias facetas das sucessivas crises que temos vindo a atravessar.

O fanatismo imbecil da extrema-esquerda, reduzindo a sua actividade à táctica, foi igualmente um factor de aumentou a facilidade com que fatias largas da sociedade abraçaram o populismo e a descrença numa alternativa democrática. Para quê votar quando PCP e BE mostram que o próprio regime é fundamentalmente corrupto e corruptor?…

Valupi

O ódio

“caro valupapista: vê se acordas e percebes que o teu ídolo e sacerdote já era. Foi deliciosa e competentemente corrido. Já não era sem tempo. Já não era sem tempo, mon Dieu. Que profundo alívio que eu senti, sinto e sentirei. As minhas entranhas são um festival espontâneo de festa e júbilo sempre que recordo aquele último e manhoso discurso. Gostei sobretudo da última palavra: adeus. E depois foi vê-lo partir, partir, partir. Foda-se que bom. …”

Nuno Luís

A fé

“Não acabou, não, Nuno Luís. A sua obra perdura e tortura-vos. Vocês não suportam Portugal ter tido um “gestor” cuja relevância se mede pelo ódio que lhe devotam. Bem feita!

Mário

Os narcisos

“... E assim Passos Coelho atinge o estrelato. Nada lhe é mais caro e, neste ponto específico, só tem paralelo em Cavaco. A partir de agora, temos no poder as duas personalidades narcísicas mais nocivas de que há memória desde o 25 de Abril. Quanto a nós, cidadãos, eles irão sempre abandonar-nos à nossa sorte. Como todos os narcísicos, eles irão sempre e apenas disputar o papel principal e representar em conformidade com as luzes da ribalta.”

personagem de fricção

Excertos para a história no http://aspirinab.com/valupi/para-que-queres-uma-boca-tao-grande-crocodilo/#comments